Franquias de Sorvetes

Franquias do ramo de Sorvetes valem a pena?

O sorvete chegou no Brasil em 1834, quando dois comerciantes cariocas compraram 217 toneladas de gelo, vindas em um navio norte-americano, e começaram a fabricar sorvetes com frutas brasileiras. Na época, segundo a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (ABIS), não havia como conservar o sorvete gelado e, por isso, tinha que ser tomado logo após o seu preparo. De lá para cá muitas pesquisas aliada às tecnologias transformaram o sorvete em uma das sobremesas mais populares e queridas dos brasileiros.

Só em 2016, de acordo com a ABIS, o consumo brasileiro per capita foi de 4,86 litros de sorvete por ano. Ou seja, nesse período, o consumo brasileiro total foi de mais de 1 bilhão de litros de sorvete. Com isso, a produção brasileira foi de 675 milhões de litros de sorvetes de massa e de 224 milhões de litros de picolés, entre outros tipos da iguaria.

O sucesso do ramo sorvete deve-se ao fato de ser um produto que admite personalização, inovação e agrada a consumidores de todas as classes sociais e estilos. Com isso, a ABIS aponta que nos últimos três anos o mercado se tornou volátil e indica uma perspectiva de pequeno aumento de volume de vendas e produção. Ainda é muito prematuro afirmar um crescimento expressivo, mas apesar de ser um alimento consumido o ano todo, tradicionalmente representa alta nas estações mais quentes, além do fato de o mercado investir em inovações e diferentes fatores que atraiam os consumidores.

Franquias do ramo de Sorvetes com baixo custo

As franquias especializadas na venda de sorvetes surgiram na última década, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF) e os modelos de negócios variam entre lojas convencionais e quiosques – por valores mais acessíveis.