COP 27: pequenos negócios brasileiros atraem atenção do mercado global de energia

Pela primeira vez, com apoio do Sebrae, donos de micro e pequenas empresas participaram do maior evento internacional sobre mudanças climáticas

COP 27: pequenos negócios brasileiros atraem atenção do mercado global de energia

A 27ª Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU) chegou ao fim no último sábado (19) na cidade de Sharm El Sheik, no Egito. Pela primeira vez, com apoio do Sebrae, donos de micro e pequenas empresas participaram do maior evento internacional sobre mudanças climáticas. Ao todo, 18 pequenos negócios estiveram presencialmente na COP 27 para apresentar soluções e tecnologias que atendem à demanda da agenda climática, com a geração de energia limpa e renovável, bem como na gestão mais eficiente de recursos energéticos.

A missão empresarial do Sebrae no maior evento global da área do clima e meio ambiente teve como objetivo promover os pequenos negócios brasileiros, oferecendo uma vitrine para seus produtos e serviços – que atendem à demanda global de crise energética – além da oportunidade de networking com os maiores players do ecossistema de energia do mundo. Essa participação foi promovida pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com o Sebrae e apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) e Apex Brasil.

Foram oito dias de programação no Palco Empreendedor Sebrae, no Pavilhão Brasil, onde as MPE brasileiras tiveram a oportunidade de atrair a atenção da comunidade internacional. No total, 40 painéis contaram com a participação dos pequenos negócios brasileiros em debates sobre a descarbonização nas cadeias produtivas, medidas compensatórias, indústria responsável, inteligência energética, alternativas com ESG, tecnologias de melhoria de performance, presença feminina nesse mercado e tecnologias sociais para a redução do consumo de energia.

Quase 200 países participaram da COP 27 para discutir medidas para impedir o avanço do aquecimento global e alternativas viáveis para o desenvolvimento sustentável no planeta. O grupo de empreendedores brasileiros também acompanhou os mais atuais debates sobre energia limpa, que irão impactar diretamente os negócios no Brasil e no mundo.

“A COP 27 foi um momento único para os empreendedores brasileiros que tiveram contato com empresas e instituições nacionais e internacionais. Alguns foram convidados, inclusive, para palestrar nos estandes de outros países; outros receberam convite para palestrar em Dubai e, sem dúvida, todos ampliaram suas carteiras de relacionamento e que podem gerar negócios futuros”, analisa o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles.

Desta vez, a Cúpula do Clima proporcionou que os participantes pudessem conhecer mais sobre as iniciativas do Sebrae, por meio do Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), que é o polo de referência do Sistema Sebrae. No painel “Os pequenos negócios brasileiros – Protagonistas do Desenvolvimento Sustentável”, a gerente do CCS, Helen Camargo, destacou como o Sebrae tem atuado para facilitar a inclusão das micro e pequenas brasileiras na nova economia.

“Nosso primeiro desafio foi mostrar para os pequenos negócios que o tema da sustentabilidade é viável para eles, contribuindo para a produtividade e competitividade. O segundo foi fazê-los enxergar que inovação e sustentabilidade andam juntas. Muitos cases que foram apresentados na COP 27 são exemplos de negócios que contribuem com o planeta, mas também melhoraram suas performances de gestão, a partir de um novo olhar para o negócio”, explicou a gerente.

Aumento gradual de participação na COP

Durante a COP 26, realizada em Glasgow, na Escócia, o Sebrae foi representado pelo Sebrae no Mato Grosso que, junto com a entidade Brasil Mata Viva (BMV), apresentou um case inovador selecionado pela ONU e CiviTech, aceleradora de startups com soluções para o clima do governo escocês. Trata-se de uma solução para monetizar a floresta em pé de pequenos produtores, por meio da comercialização de ativos para outros pequenos negócios, que desejam compensar suas emissões e pegada ecológica, por meio de crédito de floresta. A solução foi aplicada em 35 pequenas empresas.

Fonte:

Agência Sebrae

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