Franquias de Vestuário

Franquias do segmento de Vestuário valem a pena?

Embora o número de unidades franqueadas tenha caído 0,1% em 2017, o faturamento das redes de vestuário cresceu 7% em relação ao ano anterior, conforme último balanço realizado pela entidade do setor, a Associação Brasileira de Franchising. O segmento é um dos principais do mercado de franquias e, em 2018, deve manter o ritmo com ótimas oportunidades de crescimento.

Prova disso é a projeção otimista da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) que prevê que o faturamento do setor têxtil e de confecção deverá registrar crescimento de 5,5% em 2018, alcançando R$ 152 bilhões e um aumento da produção de vestuário deve 2,5%, 4% na produção têxtil e de 5% no varejo de vestuário.

As melhores franquias do segmento de Vestuário

O segmento de vestuário é, sem dúvidas, um dos que possuem modelos de negócios mais variados e reserva algumas das melhores redes de setor de franquias. Há desde as lojas tradicionais até quiosques e modelos de venda porta a porta (que dispensam a locação de espaços comerciais e outros custos).

A atratividade do segmento para novos investidores também se dá pela pouca necessidade de treinamentos técnicos para iniciar a operação comercial. Em linhas gerais, em curto prazo após fechar contrato com a franqueadora, já é possível sentir os resultados do novo investimento.

Franquias do segmento de Vestuário com baixo custo

Em um cenário tão promissor, as redes de franquias investem em sua expansão e buscam franqueados para novas unidades no país. Para facilitar ainda mais essa expansão, as marcas do segmento também têm buscado alternativas para criar modelos de negócios mais enxutos mirando os empreendedores que buscam franquias com baixo custo inicial de investimento. Assim nascem negócios os modelos porta a porta, que excluem a necessidade de um ponto comercial que é um exemplo entre tantos modelos menores.

Perfil do franqueado do segmento de Vestuário

As redes de franquias do segmento de Vestuário, em geral, operam por meio de lojas tradicionais em shoppings e ruas. Porém, já é possível encontrar modelos de negócios de baixo investimento no setor. Entre as opções estão quiosques e unidades similares, que além de terem custo operacional menor, possuem uma maior rotatividade de coleções de peças de vestuário para chamar a atenção dos consumidores com maior frequência.

No caso das microfranquias, os ramos dentro do segmento com mais opções são moda jovem, esportiva, infantil e acessórios.