Franquia acelera inclusão digital de idosos com vídeos educativos


Professor Léo Kawashita cria material para ajudar o público 60+ no uso de novas tecnologias. Graças a esta dedicação, pela 1ª vez na vida, Dona Adília, de 78 anos, faz aulas pela internet.


Para os alunos idosos do professor Léo Kawashita, isolamento não é sinônimo de sedentarismo e solidão. Dedicado, o empresário cria vídeos educativos e realiza lives para ensinar o público 60+ a usar tecnologias e manterem-se ativos com as aulas de ginástica cerebral


A necessidade surgiu porque o curso, que estimula habilidades cognitivas como concentração, memória e raciocínio lógico, era presencial antes da pandemia e passou a ser on-line. A escola do Léo, que faz parte de uma rede de franquias de mais de 450 unidades espalhadas pelo Brasil, fica em São Bernardo do Campo, interior de São Paulo.


“Conseguimos adesão de quase 90% de nossos alunos idosos nas aulas on-line. Foi trabalhoso, mas valeu a pena porque eles não param de nos agradecer. Eles encaram comigo o desafio de aprender a usar o Zoom e estão se adaptando ao novo, o que já é um excelente exercício para o cérebro”, afirma Léo Kawashita.


O professor começou a ensinar os alunos, um a um, e teve a ideia de gravar minivídeos explicativos para ensiná-los a usar o Zoom e também as redes sociais, para que les pudessem manter o relacionamento com os colegas de classe.


Graças a ele, pela primeira vez na vida a dona Adilia de Carmo Nesi, de 78 anos, está estudando pela internet, para manter o cérebro ativo e a qualidade de vida.


“Quando eu soube que as aulas seriam pela internet, confesso que fiquei ansiosa e preocupada. Depois, com o tempo, fui aprendendo e me acalmando. Está dando certo”, conta dona Adilia, aluna do Supera Rudge Ramos.


Na aula, o professor passa os exercícios de neuróbicas, as atividades do método que tiram o cérebro da zona de conforto e que pode, tranquilamente, serem feitas em casa. São atividades corriqueiras que desempenhamos sempre da mesma maneira e que podem ser feitas de um jeito diferente para estimular novas conexões neuronais.


Além das neuróbicas, eles praticam o ábaco, um instrumento de cálculo oriental que desenvolve habilidades de foco, raciocínio lógico e coordenação motora.


O Brasil tem mais de 28 milhões de pessoas com mais de 60 anos, dado que aumenta a cada ano. No entanto, segundo estudo do braço de pesquisas da Revista The Economist, apenas 30% das empresas no País se dedicam a este público. Agora na pandemia, os idosos ficaram ainda mais sem opção de entretenimento.


Por isso e pela atenção da escola, os alunos do Léo não faltam às aulas. Além de manterem o cérebro em movimento, eles ficam felizes de rever os amigos do curso nas aulas virtuais. “Visivelmente, este é o programa preferido na rotina semanal da dona Adilia”, orgulha-se o professor.


“Quando todos pensavam que as aulas iam parar, encaramos o desafio de frente e aprendemos muito. Ativamos o cérebro com algo que vai ser necessário para a vida toda daqui para frente”, conclui Kawashita.

 

BRZ Content – Assessoria de Imprensa

 

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