Na Casa do Construtor, o uso da tecnologia só faz sentido se estiver a serviço das pessoas. É com essa visão que Adriano Bicalho, vice-presidente e diretor de Gestão Corporativa da companhia, conduz uma das áreas mais estratégicas da maior rede de locação de equipamentos para construção civil da América Latina.
Em uma operação com mais de 800 unidades espalhadas pelo Brasil, Paraguai, Uruguai, Argentina e chegando ao Chile, o executivo acompanha de perto o avanço da inteligência artificial no universo corporativo, sem perder de vista aquilo que ele considera o maior ativo da companhia, que é o capital humano.
“Hoje, a inteligência artificial entrega velocidade, previsibilidade e capacidade analítica em um nível que há poucos anos parecia distante. Mas as empresas continuam sendo feitas por pessoas. São elas que criam relações, entendem contextos, resolvem conflitos e traduzem dados em decisões humanas”, afirma Bicalho.
Aplicação da IA na Casa do Construtor
A tecnologia passou a ocupar um papel importante na operação da rede, desde a integração das operações ao acompanhamento de indicadores em tempo real, passando pela leitura estratégica do negócio.
Ferramentas inteligentes auxiliam áreas corporativas, apoiam processos internos e ajudam Casa do Construtor a ganhar eficiência em diferentes frentes. Ainda assim, a essência da companhia permanece ligada à proximidade.
Em um setor tradicionalmente operacional como o da construção civil, a empresa acredita que inovação vai além de sistemas modernos. Ela também passa pela capacidade de ouvir franqueados, compreender o comportamento dos clientes e manter uma cultura organizacional conectada às pessoas.
“Existe uma discussão muito forte sobre até onde a inteligência artificial pode chegar. Aqui, enxergamos a tecnologia como apoio, nunca como substituição das relações humanas. O cliente continua buscando confiança, atendimento próximo e alguém que entenda sua necessidade real. Isso nenhuma máquina entrega sozinha”, destaca o executivo.
A visão defendida pela rede acompanha um movimento cada vez mais observado entre grandes empresas, a de usar IA para simplificar processos e liberar tempo para aquilo que exige sensibilidade, criatividade e conexão humana. Na prática, isso significa transformar dados em estratégias mais inteligentes sem perder o olhar individual dentro das operações.
Com mais de 30 anos de história, a Casa do Construtor cresceu apoiada em relacionamento, proximidade e cultura colaborativa. Agora, em meio à nova revolução tecnológica, a empresa busca mostrar que o futuro da inteligência artificial talvez esteja menos ligado à substituição e mais à valorização das pessoas.
“A tecnologia evolui todos os dias. O que mantém uma empresa viva, relevante e próxima das pessoas continua sendo a capacidade de criar relações verdadeiras. A inteligência artificial veio para apoiar essa caminhada, trazendo mais inteligência para as decisões e mais tempo para aquilo que realmente importa: gente”, finaliza Bicalho.
Para investir na franquia
A Casa do Construtor, fundada em 1993, possui mais de 90 opções de equipamentos de locação para todas as fases da obra, como container, andaime, betoneira, rompedor, misturador, compactador de solo, gerador e até itens mais leves como furadeira e serras.
Com mais de 800 unidades no Brasil, a rede está presente na América do Sul, com nove unidades no Paraguai, cinco no Uruguai, duas na Argentina, e uma no Chile.
Raio-X da franquia Casa do Construtor
- Ano de fundação: 1993
- Tamanho da rede: 676 unidades
- Lojas internacionais: 8, sendo 6 no Paraguai e 2 no Uruguai
- Itens para aluguel: mais de 90 opções para todas as fases da obra
- Investimento inicial: R$ 499 mil
- Faturamento médio mensal: a partir de R$ 90 mil
- Retorno do investimento: 36 a 42 meses
Imagem: Divulgação