Saúde Mental e qualidade de vida: 6 motivos para entender está tendência de mercado

Saúde Mental e qualidade de vida: 6 motivos para entender está tendência de mercado

 

O planeta acelerou seus processos com a pandemia de COVID-19, e muitas mudanças que estavam previstas para acontecer nos próximos dez anos já se apresentam como realidade, também para o mundo dos negócios. Segundo o IGBE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil caminha para um contingente de idosos que demandará uma ampla estrutura em diversas frentes já nas próximas décadas, favorecendo negócios que os tenha como público-alvo. Para se ter uma ideia, em 2008, para cada grupo de 100 crianças brasileiras de 0 a 14 anos, existiam 24,7 idosos acima de 65 anos. Em 2050, e expectativa é que o quadro mude para 172, 7 idosos para 100 crianças. Ainda segundo o IBGE (2010), a parcela social de idosos representa hoje 11% da população, e a previsão é que chegue a 49% em 2050. Em números absolutos, eram 19,6 milhões no último levantamento em 2010, e a estimativa é de que em 2050 a população dos 60+ alcance 64 milhões de brasileiros. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2025, o Brasil será o sexto do mundo com o maior número de pessoas mais velhas.

 

Desta forma, as tendências demográficas somadas ao contexto pós pandemia desenham, segundo especialistas, um cenário ainda mais favorável para investimentos ligados à saúde, bem estar e qualidade de vida. Com ajuda de Sueli Campos, consultora empresarial, especialista em franquias e perfil do consumidor pela USP e Jô Furlan, empresário, médico e neurocientista, listamos alguns dos principais pontos que justificam o investimento em franquias deste segmento ainda neste ano, confira: Saúde para a mente e o corpo Este movimento já vinha se desenhando nos últimos anos e, com a pandemia, se acentuou. Há ainda um movimento de profissionais de diversas áreas da saúde em promover a saudabilidade do consumidor através de programas de educação alimentar com a introdução de alimentos mais naturais e menos industrializados e o incentivo a práticas de cuidados com a mente e corpo. “Hoje envelhecemos com muito mais saúde que nossos avós. A tecnologia aliada a hábitos saudáveis elevou nossa longevidade com muito mais qualidade e prazer, por isso já existe uma preocupação maior neste sentido”, justificou Sueli Campos.

 

Marcas mais conscientes e com propósito Nos últimos anos, diversas marcas brasileiras conseguiram comunicar sua missão e propósito de forma assertiva, o que impactou de forma significativa em seus negócios. Segundo Sueli, o consumidor hoje está mais aberto a consumir produtos e serviços de empresas que possuem propósito. “Se a marca não tem essa consciência ela é eliminada do mercado e a saúde hoje está ligada a um conceito de bem estar mental interno e externo, ao desempenho e desenvolvimento como indivíduo e sua contribuição ao seu meio”, avaliou Sueli Campos.

 

Aumento da consciência para o autocuidado e valorização da vida Segundo o médico e neurocientista Jô Furlan, do ponto de vista de comportamento social, as muitas mazelas trazidas pela pandemia aumentam o senso de valorização da vida e auto cuidado, o que inclui uma maior atenção à saúde física e mental. “No que diz respeito ao cérebro humano e a saúde mental, é hora de escolher fazer parte da solução e não do problema".

 

A preocupação com a saúde mental não é algo recente. Há muito tempo essa consciência e busca por um equilíbrio mental vem se desenhando. O que houve na pandemia foi que, com o confinamento de uma grande parcela da população, isso ficou mais evidente. 

 

Os sentimentos de medo, insegurança, falta de perspectivas, religiosidade, aceleraram o processo de busca por um equilíbrio mental integrado, avaliou o médico. Experiência de consumo e UX O advento das redes sociais e sua expansão nos últimos anos foi de fundamental importância durante a pandemia a ajudam a redesenhar a forma como o consumidor acessa produtos e serviços hoje. Os conceitos básicos de UX (User Experience), ou experiência do usuário são hoje ainda mais fundamentais no processo de expansão de marcas. “O Supera trabalha muito forte dentro de suas unidades os conceitos de experiência do usuário e isso explica a nossa baixa evasão em 2020. Nossos alunos têm uma forte ligação com o método e a experiência deles ultrapassa a evolução cognitiva: eles querem usufruir do método porque sentem diariamente esta evolução e entendem o propósito da nossa marca e o impacto disso em suas vidas”, disse Bárbara Perpétuo, diretora de Gestão de Franquias do Supera. Ressignificação, saúde mental, educação e bem estar em alta Ainda segundo Sueli, os contextos de mudança favorecerem principalmente setores como alimentação, tecnologia, aliado ao desenvolvimento e educação, saúde e bem estar, ensino à distância como forma de desenvolver novas habilidades. “Essa pandemia, por pior que seja, levou a muitos a uma mudança de paradigmas e valores no que se refere ao “futuro”, por perda de seus empregos ou por razões próprias, muitos buscaram na modalidade de franquias realizar seu sonho de empreender, realização pessoal o desafio de mudança, busca por qualidade de vida”, justificou.

 

Aprendizado contínuo com um mundo mais competitivo e mais distanciado, o contexto de aprendizado contínuo ganhou ainda mais força assim como a urgência para a habilidade de resolver problemas. Graduações e especializações somam força com os chamados Nanodegrees, uma modalidade de cursos mais enxutos que focam em habilidades específicas para crianças, jovens e adultos, dentro deste novo contexto social. “A metodologia Supera, além de oferecer mais desenvolvimento cognitivo, auxilia crianças no desempenho escolar desenvolvendo concentração, raciocínio lógico, criatividade e perseverança. Para adultos o Supera melhora o desempenho profissional em todas as áreas de atuação, desenvolvendo foco, raciocínio lógico e capacidade em resolver problemas de forma criativa e inovadora, além de atuar na produtividade e no manejo do estresse”, concluiu Bárbara.

 

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