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Atividades financeiras predominam como atividade fim nas startups

Falta de talentos e burocracia ainda são dificuldade para quem está à frente do negócio, aponta Sebrae

Atividades financeiras predominam como atividade fim nas startups

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Não se enganem: o negócio de startup ainda continua forte no país. O pico deste modelo se deu há uns 5 anos, mas hoje pode se falar em um movimento mais maduro e consolidado no país. Os empreendimentos que mais adotaram este modelo incluem atividades financeiras, tecnologia da informação, hotelaria e turismo, esporte, lazer e educação. Mesmo estando em sua maioria nas regiões Sul e Sudeste, as startups estão em todo país.

“O movimento de startups no Brasil ainda é forte e continua a crescer. O ecossistema de startups brasileiro tem se consolidado, e a cada ano surgem novas empresas inovadoras em diversos setores, além de haver uma maior quantidade de investidores e aceleradoras apoiando essas empresas”, afirma Rodrigo Rodrigues, analista de inovação do Sebrae.

Ano passado, o país apresentava um retrato de 20 mil startups, segundo dados do Sling Hub. Deste universo, o Sebrae atendeu 35% dessas empresas, sendo a escassez financeira, a burocracia, a falta de talentos e a concorrência as principais dificuldades de gestão dessas empresas. “O Sebrae vem mapeando esses gargalos para conseguir rapidamente êxito na solução desses problemas”, afirma Rodrigues.

Neste acompanhamento, o Sebrae detectou que a maioria desses empreendimentos quer crescer e se tornar uma grande empresa, pois são criadas com um modelo de negócio escalável e inovador, com o objetivo de conquistar um mercado amplo e se tornar uma referência em seu setor de atuação. “Por outro lado, existem casos em que as startups optam por se manter em um tamanho menor e mais enxuto, especialmente quando encontram um nicho de mercado específico e rentável. Nesses casos, a startup pode optar por crescer organicamente, sem investimentos externos significativos”, explica Rodrigues. Além disso, o país atrai muitos investidores internacionais, o que tem contribuído para o crescimento do setor. O importante é ficar atento ao cenário político e econômico do país, recomenda o analista.

Veja abaixo algumas dicas valiosas para quem quer investir neste negócio

É preciso ficar atento a alguns fatores como: o modelo de negócio, o mercado em que a empresa atua, a equipe de gestão, a capacidade de inovação e a habilidade em lidar com desafios e incertezas.

O modelo de negócio é um dos fatores mais importantes para o sucesso de uma startup. É preciso que a startup tenha um modelo de negócio inovador e escalável, que permita um crescimento rápido e rentável, atraindo investidores e clientes. Além disso, é preciso ter uma estratégia clara para lidar com a concorrência e criar vantagens competitivas.

Outro fator importante é o mercado em que a startup atua. É preciso que a empresa esteja inserida em um mercado com potencial de crescimento e que permita a entrada de novos competidores.

Além disso, é preciso que a startup ofereça soluções que atendam às necessidades dos clientes e que sejam rentáveis.

A equipe de gestão também é fundamental para o sucesso de uma startup. É preciso que a equipe seja experiente, com habilidades complementares, e que tenha uma visão estratégica clara. Além disso, é importante que a equipe saiba lidar com desafios e incertezas, trabalhando de forma colaborativa e inovadora.

Por fim, é importante ressaltar que ser uma startup pode envolver um alto grau de risco e incerteza. É preciso estar preparado para lidar com eventuais fracassos e aprender com eles, buscando sempre aprimorar a empresa e buscar novas oportunidades de crescimento.

Em resumo, ser uma startup pode ser um bom negócio se a empresa tiver um modelo de negócio inovador e escalável, atuar em um mercado com potencial de crescimento, contar com uma equipe de gestão experiente e inovadora, e estar preparada para lidar com riscos e incertezas.

Fonte

Agência Sebrae 

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