Royal Face comemora resultado de 2022 com receita superior a R$ 300 milhões

Focada em estética está presente em 23 estados brasileiros e mira o mercado internacional para expansão em 2023

Franquia

Trabalho de excelência, com resultados efetivos e acessível a todos os públicos são alguns dos principais pilares que justificam o crescimento e expansão da Royal Face, franquia de estética facial e corporal com 234 unidades abertas até o fim deste ano, com  52 franquias em implantação. A marca está presente em 23 estados brasileiros com prospecção de atuar em outros países, em breve. 

Para este ano, o objetivo da Royal Face é que, até o fim de dezembro, a rede chegue a 350 unidades comercializadas, com o crescimento orgânico em torno de 211% em faturamento - o que corresponde a mais de 300 milhões de reais em receita no ano.

Crescimento

A Royal Face deu importantes passos. Em junho, firmou a primeira parceria de negócio com a atriz Flávia Alessandra e o comunicador Otaviano Costa como sócios, que passaram a compor o conselho de marketing e estratégia da rede. 

Em setembro, a Royal Face teve duas grandes novidades: lançou a HOF (Harmonização Orofacial) – o novo braço da marca voltado a cirurgiões dentistas que tenham consultórios em cidades entre 30 mil e 70 mil habitantes e que ainda não tenham unidade da marca  – e a Beauty Care Royal, linha de produtos para skin care. 

A marca foi fundada há quatro anos pela cirurgiã dentista Andrezza Fusaro junto ao marido Jeferson Fusaro e pela UP Franquias Holding de Negócios dos sócios Mauri Torres, Rodolfo Alves e Rodrigo Boreli. A Royal Face, que integra a Comissão de Saúde, Beleza e Bem-Estar da ABF (Associação Brasileira de Franchising), contabiliza mais de 1,2 milhões de procedimentos e soma cerca de 5 mil colaboradores entre diretos e indiretos. 

Outro diferencial da rede é o Carnê da Beleza, que parcela em até 24 vezes os mais de 40 procedimentos oferecidos pela marca. A opção corresponde hoje a 20% da forma de pagamento, mas, no ano passado, era preferência de 13% dos pacientes. Até o fim deste ano, o número de pessoas que pagam seus tratamentos por meio do carnê deve somar 25% e a meta para o ano que vem é atingir 40%.

Fonte:

Divulgação 

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