Inclusão: Castelo Park Aquático vai ampliar ações de acessibilidade e para o público TEA

Após relato de visitante, parque investiu em melhorias e agora é certificada como “Empresa Amiga do Autista”

Castelo Park Aquático vai ampliar ações de acessibilidade e para o público TEA

Para atender a todos sem exceção, o Castelo Park Aquático, espaço de entretenimento localizado em Cesário Lange, a 150 km da cidade de São Paulo, tem investido constantemente em adequação de seus espaços e treinamento de seus colaboradores. Recentemente, o espaço criou uma pulseira de identificação a pessoas com condições não visíveis, por exemplo, Transtorno do Espectro Autista (TEA) em que o visitante e seu acompanhante têm prioridade na fila das atrações.

Uma das principais atrações do parque aquático, o Lago do Tubarão, recebeu rampas de acesso para PCDa, além do banheiro ter sido reformado para maior comodidade dos visitantes com mobilidade reduzida. No ano passado, cerca de 30 colaboradores foram capacitados empresa Incluir Treinamentos no atendimento de autistas e suas famílias. Após isso, a empresa foi certificada como “Empresa Amiga do Autista”.

Segundo a coordenadora de marketing a iniciativa começou após o relato de uma mãe, que visitou o espaço com o seu filho TEA, e mostrou as dificuldades que enfrenta em passeios com o seu filho. “Desde então nós percebemos que tínhamos muito a aprimorar aqui no parque, desde o atendimento até mesmo a nossa estrutura”, afirma a coordenadora.


Novas ações

O Castelo Park Aquático pretende criar um “quiet room” (ou “quarto silencioso”), que consiste em um espaço onde os visitantes podem relaxar ao se sentirem estressados com o excesso de estímulos.
As placas das atrações terão um guia sensorial que ajudará crianças com problemas de sensibilidade – será possível conferir como elas poderão ser afetadas em cada atração. Outro investimento será a criação de um ponto de apoio para PCDs com mais trocadores. “A inclusão é isso: atender todos bem, fazer com que todos tenham o direito de se divertir. Porque o lugar da pessoa com deficiência é qualquer lugar onde ela queira estar”, conclui Denise.


Fonte

Divulgação

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