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Instituto da Costura busca novos parceiros no Mato Grosso

Escola de cursos para a indústria têxtil e de confecções apresenta seu negócio

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O Instituto da Costura, franquia de escolas para a qualificação em costura industrial, busca novos parceiros para seu modelo de negócios no Mato Grosso, um dos importantes pólos da cadeia têxtil nacional, com 736 indústrias e estabelecimentos instalados no Estado, de acordo com a ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção). Durante os dias 15 e 16 de setembro, a empresa pretende apresentar seu modelo inovador de negócios aos investidores locais, no evento EmpreendaMais MT 2010, realizado no Centro de Convenções do Pantanal.

Segundo dados da ABIT, o setor têxtil e de confecção nacional compreende mais de 100 mil empresas, e é o segundo maior empregador, absorvendo 1,65 milhão de pessoas em toda a sua cadeia produtiva (fios, fibras, tecelagens e confecções). Estas indústrias atendem, principalmente, o mercado interno, com produção de 9,8 bilhões de peças ao ano.

Ainda de acordo com a associação, o Brasil é o sexto maior produtor têxtil do mundo, o segundo maior produtor de denim, e terceiro maior consumidor deste mesmo tecido. O setor têxtil representa 17,5% do PIB (Produto Interno Bruto) da Indústria de Transformação, cerca de 3,5% do PIB total brasileiro.

De olho na oportunidade de negócio neste segmento, em 2006, surgiu o Instituto da Costura, uma franquia de curso de costura industrial que nasceu para suprir as necessidades crescentes da indústria confeccionista nacional. O modelo pioneiro de franquia garante retorno do investimento em até dois anos, atua em um segmento inexplorado, sem concorrência, e parte de uma realidade: faltam costureiros no Brasil.

Para Daniel Guedes, presidente do Instituto da Costura, a dificuldade para encontrar pessoal qualificado em um mercado tão promissor deve-se, principalmente, à alta produtividade exigida pelas indústrias, aliada aos padrões internacionais de qualidade. “A versatilidade é decisiva em qualquer mercado. As empresas querem pessoas habilitadas e polivalentes, capazes de fazer todo tipo de serviço. E é claro, elas vão competir pelos melhores profissionais e oferecer a eles salários mais atrativos”, afirma.

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