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Pague Menos vai à bolsa de valores

Maior rede de farmácias do país pretende abrir seu capital em 2012

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A Pague Menos, maior rede de farmácias do país, planeja abrir seu capital na bolsa de valores em 2012. Em entrevista à Época Negócios, Francisco Deusmar de Queirós, presidente da rede, diz que captará dinheiro com investidores privados assim que seu faturamento atingir os R$ 3 bilhões, o que deve acontecer justamente em dois anos. Atualmente, a Pague Menos fatura R$ 1,87 bilhão e, no fim deste ano, deve chegar atingir a marca dos R$ 2,3 bilhões.

A expansão do faturamento deve acontecer através da ampliação do número de lojas da rede. Só neste ano, serão abertas 50 novas farmácias, em um investimento total de R$ 50 milhões de reais. O foco de Deusmar é a região Sul e Sudeste. A Pague Menos é uma empresa cearense que, aos 29 anos de vida, está no topo do varejo farmacêutico. Além de ter faturamento maior do que o de grandes redes com a Drogaria São Paulo e a carioca Pacheco, é a única a estar presente em todos os Estados do país.

O segredo para um crescimento vigoroso e constante está, segundo Deusmar, em seu modelo de gestão de pessoas. “Implantamos desde o início dos negócios a remuneração variável e isso é o maior estímulo para que meus funcionários atendam bem e vendam cada vez mais”, diz. Para ele, nada é tão eficiente para conquistar um cliente quanto um bom sorriso.

De sorriso em sorriso a Pague Menos foi ganhando corpo e, além de entrar na bolsa, Deusmar já planeja outros saltos para a empresa. Depois de, em 2007, lançar uma marca própria, a Amorável, que engloba desde esparadrapo e algodão a produtos como sabonetes e hidratantes, ele quer agora ampliar a penetração dessa marca. Os itens são produzidos por terceiros. “Em breve, quem fabrica esses produtos para mim poderá vendê-los a outras farmácias e supermercados. Para isso, precisará pagar royalties a nossa empresa”, afirma o empresário.

Ele também planeja abrir um novo centro de distribuição. Hoje, toda rede é abastecida a partir de Fortaleza. Os produtos chegam ao Sul e ao Sudeste através de aviões. “Por enquanto a logística funciona bem assim, mas conforme expandimos, devemos ter mais um local de distribuição”, diz. Apesar de não revelar onde será esse centro, ele diz cogitar cidades como Brasília e Pouso Alegre, em Minas Gerais. “Estão em locais estratégicos, de fácil acesso para muitas partes do país”, afirma.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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