Conheça a trajetória de sucesso da Rede de franquias Uatt?

Fundadores da marca contam como a vida os levou a sonhar alto e construir histórias vencedoras

Conheça a trajetória de sucesso da Rede de franquias Uatt?

Conheça a trajetória de sucesso da Rede de franquias Uatt? - Fundadores da marca contam como a vida os levou a sonhar alto e construir histórias vencedoras


A rede de franquias Uatt? hoje tem mais 65 unidades, entre lojas próprias e franqueadas, além de mil pontos licenciados e seis mil pontos de vendas multimarcas. Para o futuro, os planos incluem a conquista de novos mercados com expansão internacional, expandir para o mercado de brindes e investir em desenho animado e no licenciamento dos personagens da Uatt?.

Para compreender a trajetória de sucesso da marca é necessário conhecer a história do Rafael Biasotto e Darino Tenório, dois jovens empreendedores de Santa Catarina. Mesmo nascendo em uma família de funcionários públicos, Rafael sempre teve gosto por criar: tanto nas artes quanto nos negócios. Com 12 anos, aprendeu serigrafia, criava estampas em camisetas que sua mãe costurava e as vendia aos amigos. Antes dos 18, tinha ideias de montar máquinas de vendas automáticas e kombis de comida, hoje em dia conhecidos como “vending machines” e “food trucks”. Porém, acabou abrindo um bar de praia em Florianópolis, sua cidade natal.

Estudou Administração e trabalhou no varejo em várias áreas, como papelaria e decoração. E assim juntou dinheiro e foi estudar idiomas e buscar novas inspirações no exterior. Voltou com a maior delas: a Uatt?.

Na época, Rafael já tinha 26 anos, e sua carreira seguia uma linha pouco reta. Seu primeiro e grande mentor foi seu tio: “Ele acabou fazendo o papel de direcionador, incentivando a meter a cara”, diz. Rafael defende que todo jovem precisa de um mentor ou de alguém em quem se escorar, um divã para o qual correr, alguém com quem compartilhar e trocar ideias.

Sócio

Enquanto Rafael lançava as bases da nova empresa em Florianópolis, um jovem mineiro desenvolvia suas próprias características rompedoras e também sonhava com voos mais altos. Era o futuro sócio da Uatt?, Darino Tenório. Tendo crescido em uma família de classe média, ele já tinha noção de finanças por causa das contas de casa.

Tentando seguir a tendência dos anos 1990, o primeiro impulso de Darino ao ingressar na universidade foi cursar computação, mas, desanimado com os algoritmos, mudou o rumo e entrou na faculdade de Administração. Trabalhou do início ao fim do curso e chegou a ter dois empregos simultâneos enquanto ainda era universitário, para juntar uma grana e poder fazer intercâmbio nos Estados Unidos – onde atuou primeiro como operador de teleférico numa estação de esqui, depois como vendedor em loja de equipamentos de esportes de inverno.

De volta ao país, atuou no mercado corporativo até que em 2009, Darino foi alocado para dar um treinamento a uma organização de apoio a empreendedores. Só que a identificação com a causa foi crescendo. “Era o momento de ver os visionários, os negócios que eles tinham, enquanto no dia a dia da consultoria fui resgatando essa vontade de ir para o outro lado, de arriscar”, conta.

Perseverou e conseguiu. Ainda bem, porque na mesma viagem Darino participou de um encontro no Vale do Silício que impulsionou a carreira dele. A influência de empreendedores com que teve contato nessa jornada acendeu uma faísca, e o consultor passou por uma grande transformação interna. O que faltava para que ele se consolidasse como empreendedor era um negócio, quem sabe um sócio. Por isso, no momento certo, o telefone tocou. Era Rafael Biasotto, da Uatt?, que fez uma proposta que ambos vinham amadurecendo desde que se conheceram nas mentorias. Ele queria trazer Darino para a empresa como um novo sócio.

De acordo com o Sebrae, o ano era 2013, e Rafael já tinha feito da Uatt? uma empresa de sucesso. Os sócios foram selecionados como Empreendedores Endeavor e eram finalistas do Prêmio Empreendedor do Ano 2013 da EY.

Eram dois jovens idealistas, que passaram pelas duras provas de vencer resistências e dificuldades familiares e nunca se abateram diante das adversidades. Seguiram sonhos e projetos de vida que aparentemente os levariam a rumos opostos.

Ambos os sócios tiveram que aprender bastante um com o outro. Muito alegre e inquieto, Rafael diz que havia uma necessidade muito clara de ter um suporte, uma estrutura de gestão para a empresa crescer. Ao mesmo tempo, acostumado a trabalhar para grandes empresas, mais formais e planejadas, é um grande aprendizado para Darino entender a cultura de startup.

A Uatt? hoje é uma empresa mais preparada para atravessar as crises e muita coisa mudou a partir das conexões e da experiência complementar de cada um.

Fonte: Sebrae

 

 

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