Setor de alimentação fora do lar projeta crescimento e beneficia marcas

A incerteza econômica que atinge alguns nichos da economia é sentida de forma diferente em alguns setores. O Instituto de Foodservice Brasil (IFB), que representa o setor de alimentação fora do lar, projeta crescimento de 7,7% para este ano. Em 2015, o segmento apresentou alta de vendas da ordem de 6,2%. O mercado de foodservice tem faturamento estimado em R$ 60 bilhões. São mais de 220 mil colaboradores em quase dez mil pontos de venda, número que deve subir para 10.700 estabelecimentos até dezembro.

Para Roberto Silvestrini, diretor de expansão da Temakeria Makis Place, rede com 136 restaurantes no Brasil e nos Estados Unidos, “a explicação para isso está, principalmente, em dois fatores-chave: a alimentação fora do lar, mesmo em períodos de incerteza econômica, ter se tornado um forte hábito para os brasileiros, e, no caso da franquia, a culinária oriental está conquistando cada vez mais apreciadores”.

O executivo lembra, todavia, que estar preparado para atender esse nicho de mercado envolve muito planejamento. “A preocupação com alimentação saudável cresce a cada dia. Por isso, parte considerável das marcas está apostando fortemente na diversificação do cardápio e incorporando opções leves e saudáveis para que o consumidor tenha vasta oferta de produtos”.

O crescente hábito de se alimentar fora de casa durante a semana favorece – e muito – quem atua (ou planeja atuar) na área alimentícia. Apesar de a concorrência no setor também ser grande, Silvestrini pontua que “na área alimentícia há grande demanda, o que favorece os players, e faz com que a economia ‘gire diariamente’, ou seja, que a pessoa consuma todos os dias”.

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