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Caramba Sorvetes quer mais franqueados para crescer no Rio

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Mais presente em São Paulo, rede de franquias aposta na diversificação

Espírito empreendedor e idoneidade são características fundamentais para o sucesso de uma pessoa e também são pontos importantes para a aquisição de uma franquia da Caramba Sorvetes. Desde 1966 no mercado, a marca tem 80 unidades espalhadas pelo País e planeja, até o final do ano, atingir a marca de 120 franquias e chegar ao mercado internacional, com lojas em países da América Latina como Argentina e Chile e também da Europa, como Portugal e Itália.

Mas para adquirir uma franquia da Caramba Sorvetes não bastam só empreendedorismo e honestidade: o investimento inicial fica entre R$ 55 mil e 70 mil, com taxa de franquia de R$ 15 mil (já inclusa no investimento). Mais centralizada no Estado de São Paulo, a Caramba Sorvetes quer crescer em direção às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e ainda conquistar de vez o público carioca, tão acostumado ao calor e a sensação que um sorvete causa.

"Temos muitas lojas em São Paulo, mas queremos crescer também em outras áreas e o Rio de Janeiro é o nosso alvo número um"", afirma Edison Pires, gestor de franquias da empresa. Segundo Pires, a rede dá treinamento e orientação a todos os novos franqueados, desde o como manipular a máquina de sorvete até o gerenciamento do negócio. ""Ensinamos como operar a máquina e também como levar o negócio adiante e estamos sempre à disposição para esclarecer dúvidas e solucionar problemas"", completa.

Top-soft. Especializada no sorvete ""top-soft"", semelhantes aos das redes de fast-food, a Caramba inova nas caldas, com velhos sabores, mas estilos diferentes. Apesar da tentativa de se diferenciar, a empresa sofre com a sazonalidade. Juntar a venda do sorvete à venda de produtos menos sazonais, como crepes e cookies, pode ser a solução.

""Damos a oportunidade de o franqueado operar com outro produtos, que não façam concorrência direta com os sorvetes. É a chance que temos de não sofrermos tanto com a sazonalidade"", explica Pires. Uma chance que Marcos Galvão, dono de uma franquia no Rio de Janeiro, aproveitou. ""Agreguei a Caramba ao meu negócio de cookies e consigo ter boas vendas até no Inverno. Muita gente chega aqui decidida a comprar o cookie, vê o sorvete e acaba comprando também. É uma forma de fazer o negócio andar mais rápido"", ressalta. Para o franqueado Nelson Xerfan, dono de uma unidade em São Paulo, o sucesso depende de um ponto fundamental: a escolha correta do ponto.

"Escolher o lugar certo é imprescindível. Shopping, estações de metrô, aeroporto e ruas comerciais são os locais ideais"", analisa. Sofrendo dificuldades com a estação fria, Xerfan passou a vender tapioca. ""O brasileiro não tem cultura de tomar sorvete no Inverno, como na Europa. Tenho que esperar o final do ano para compensar as perdas de junho e julho. Agora, vamos ver com a tapioca como é que fica"", pondera.

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