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Fototica

Enviado em 01/01/2016 às 01:00:00

HISTÓRIA

A história da Fototica começou em 1920, pouco tempo depois de encerrada a Primeira Guerra Mundial, que deixou a Europa destruída e trouxe para o Brasil levas de imigrantes em busca das oportunidades que o Novo Mundo parecia prometer. Entre eles estava o húngaro Desidério Farkas, um aficionado por instrumentos de precisão e artes gráficas, que fundou a Fototica no Brasil, filial da empresa húngara Hafa, de propriedade da sua família.

Nessa época a fotografia começava a se transformar em hobby popular no Brasil, cada vez mais acessível à maioria das pessoas. A primeira loja da marca, na Rua São Bento, no centro de São Paulo, tinha na fachada o logotipo desenhado por Desidério: uma máquina fotográfica, um olho e um galo, que representava a sua disposição de criar uma empresa “boa de briga”, disposta a “conquistar” o Brasil. O slogan era a “Casa de Criadores” e a pequena loja logo se tornou ponto de encontroa dos amantes da fotografia; centro de referência para quem queria aviar uma receita de óculos ou local adequado para adquirir os primeiros álbuns de fotos e cartões-postais de São Paulo clicados pelo fotógrafo Theodor Preising.

Desde o início nos anos 20, quando já expunha em suas vitrines as grandes novidades da época, como as câmaras Brownie da Kodak e a Leika, de 35 mm, a Fototica sempre manteve posição de vanguarda, lançando tecnologias e até mesmo criando tendências em fotografia e ótica, como o jornal de vanguarda “Luz e Sombra”, que promovia fotógrafos amadores e concursos de fotografia. As dificuldades econômicas que a Segunda Guerra Mundial causou para o Brasil e o mundo, não impediram que a empresa continuasse crescendo: em 1941 foi inaugurada a segunda loja, na mesma Rua São Bento. No início da década de 50, a Fototica deu outro importante passo com o lançamento do tablóide “Novidades Fotoptica”, referência para profissionais e amadores. O sucesso foi tão grande que, em pouco tempo, a publicação mudou de formato e passou a se chamar “Revista da Fotoptica”, sendo a primeira revista de fotografia do Brasil a chegar ao mercado internacional.

Assim como a fotografia, a óptica também evoluía a “olhos vistos”: o plástico invadiu o mercado de armações e, na década de 60 trouxe da Europa diretamente para suas lojas, a grande novidade do momento, os óculos em estilo “gatinho”. O mundo ficou muito mais colorido e vibrante, e a Fototica, sempre atenta às novidades, passou a vender também gravadores, amplificadores, caixas acústicas e toca-discos. Na área de vídeo, a novidade era a super 8. Na fotografia, Era a época das Rolleiflex, a preferida dos profissionais, e da Olympus Trip, considerada a avó da câmara compacta instantânea. Enquanto isto, a empresa continuava a crescer e consolidar seu processo de expansão.

A inauguração da loja do Shopping Center Iguatemi em 1967, um gesto de ousadia e confiança para a época, marcou uma nova etapa de crescimento e inovação para a marca. Nos anos 70, as vitrines de suas lojas expunham as enormes armações femininas multicoloridas lado a lado com os modelos masculinos redondinhos, estilo “John Lennon”. A Fototica entrou na década de 80 espalhando quiosques de revelação de filmes por toda a cidade de São Paulo: em menos de um ano, elas chegaram a 250. Em 1984, os quiosques foram embora e a tecnologia entrou de vez nas lojas, equipada com modernos laboratórios para oferecer revelação rápida de filmes em uma hora. Em 1997, toda a rede de lojas já estava apta a aviar receitas de óculos em até uma hora, quando a empresa decidiu investir na modernização e padronização de suas unidades, seguindo a linha revolucionária de exposição ampla dos produtos e auto-atendimento. Visando um crescimento mais rápido, o desenvolvimento do processo de franquias teve início em 2000.

No ano seguinte lançou o primeiro mini-lab digital do Brasil e introduziu no mercado os serviços de fotografia digital. Nesta época a Fototica atuava em diversos segmentos de produtos: óptica (óculos de grau, de sol e lentes de contato), foto (câmeras fotográficas, revelação e venda de filmes) e telefonia celular. Em 2005 introduziu no mercado a Fotoptica VISION®, primeira linha de marca própria do setor de lentes de contato à venda no país. Em 2007, a empresa foi adquirida pela holandesa Hal Investments B.V., um dos maiores grupos de varejo óptico do mundo, que conta com mais de 4 mil lojas e 15 mil funcionários. 

Mas, a maior mudança aconteceu no mês de julho de 2009, quando a empresa ganhou novo visual, risca o “p” de seu nome passando a se chamar Fototica e abandona um de seus serviços mais tradicionais: a revelação de fotos. O foco agora é a venda de produtos óticos, especialmente os óculos para consumidores da classe média. O processo de mudanças consumiu investimentos de R$ 30 milhões em ações de marketing e na realização de pesquisas de mercado para desvendar o que os brasileiros esperam de uma empresa de ótica. Também foi defini¬do um novo layout de lojas que engloba um espaço especial para crianças, consumidores de lentes de contato e uma ambienta¬ção mais minimalista, sem tantos pro¬dutos e cartazes de informação. Em cada uma das lojas consultores espe¬cializados ajudarão os clientes a esco¬lher óculos de acordo com o tipo físi¬co, idade e estilo. Outras inovações são a central de atendimento ao consumidor via telefone e a implantação de um CRM para fidelizar os clientes. As ações do programa de relacionamento serão feitas por meio do novo cartão Fototica Mania.

 

A EVOLUÇÃO VISUAL

No início dos anos 40, a Fototica muda e moderniza seu logotipo, colocado no alto do prédio onde funcionava a loja: bolas brancas sobre um fundo preto e bolas pretas sobre um fundo branco, representando o conceito básico da fotografia: o positivo e o negativo. Em 1985, a Fototica alterou novamente sua marca visual. A nova logomarca traduzia a mudança dos processos mecânicos para os processos eletrônicos. Manteve-se o logotipo, a família de letras foi preservada com uma significativa adaptação: as letras passaram a ser vazadas, transmitindo a idéia de que a luz vem de dentro e não de fora, uma característica da eletrônica. A mudança mais radical na identidade visual da marca aconteceu recentemente, no mês de julho de 2009, quando a empresa passou a se chamar Fototica (sem o P que sempre foi característico da marca). Seu novo logotipo seguiu a mudança de negócios da empresa, que agora somente trabalha com produtos e serviços óticos: o nome Fototica em amarelo e as duas letras “Os” aumentadas, passando a idéia de uma armação de óculos. 

            

A Fototica é uma das maiores redes de foto e óptica do Brasil, contando com 105 lojas em seis estados, e forte presença no estado de São Paulo. Anualmente as lojas da rede atendem mais de 2.2 milhões de clientes.

 

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