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CNA

Enviado em 01/01/2016 às 01:00:00

HISTÓRIA

Costumo dizer que a rede surgiu da ousadia e criatividade de um vendedor de livros didáticos. Em 1973, eu era representante de vendas de uma editora de livros didáticos em Porto Alegre, liderando uma equipe de 250 vendedores. Um deles, certo dia, na ânsia de fechar um negócio, desavisadamente prometeu a uma dona-de-casa 12 aulas de Inglês gratuitas, caso ela comprasse uma coleção de livros sobre o idioma.

Tomado de surpresa pela atitude do vendedor, me ocupei rapidamente de cumprir o acordo com a nova cliente. E fui além: vislumbrei ali uma oportunidade de marketing e adotei “a promoção” como ferramenta de venda. Afinal, tinha espaço para ensinar Inglês – as salas de treinamento dos vendedores, com lousa e tudo. Logo contratei uma professora que ali passou a dar as aulas prometidas e, em seis meses, estava com uma escola com 2.400 alunos.

Desde o início, imprimi ao negócio minha marca de vendedor – a estratégia de sair às ruas para vender, descobrir e buscar os clientes em suas casas, nas escolas, nas empresas e dar-lhes um atendimento diferenciado, principalmente com uma pedagogia que atendesse às necessidades das pessoas quanto ao aprendizado de idiomas.

A partir da experiência bem-sucedida em Porto Alegre, me dediquei à abertura de escolas-piloto, primeiro em Curitiba, depois em Campinas, para então desembarcar em São Paulo com um modelo eficiente e estabelecer a sede do CNA no bairro da Liberdade.

Nessa época, 1981, já sentia a necessidade de possuir uma metodologia própria – até ali o CNA havia usado os livros que deram início ao negócio e outras coleções importadas – e precisava também de um nome forte para a coordenação pedagógica. Foi quando conheci a professora Ana Maria Cristina Cuder, hoje diretora de Ensino do CNA e autora dos livros usados na Rede.

Ela foi contratada e recebeu carta branca para implantar sua metodologia de ensino baseada na comunicação oral e em aulas dinâmicas. Iniciou também a concepção dos livros próprios do CNA, que tiveram aceitação imediata. O CNA, então, começou a receber pedidos, sempre negados, de escolas que queriam adotar nossos livros. A rede possuía ali 10 escolas próprias, o que parecia satisfatório para nós, pelo menos até aquele momento.

Mas no ano de 1992, em plena “bolha do franchising”, deu-se o grande “boom” do CNA, que implantou um departamento de expansão e passou a investir pesado em mídia específica, visando a captação de novos franqueados. Foi aí que o CNA começou a crescer de forma acelerada. Hoje, somos 423 escolas em todos país, nas quais estudam 465 mil alunos

Eu me orgulho em dizer que somos uma empresa que tem alma; lidamos com pessoas, as valorizamos e colocamos o aluno em primeiro lugar.

É por isso que o CNA recebeu, pela 14ª vez consecutiva, o selo ABF de Qualidade, graças a um índice de satisfação entre os franqueados de 96,6%, o maior do segmento de ensino de idiomas, além de ser condecorado com cinco estrelas no especial de franquias da revista Pequenas Empresas.

Tudo isso só vem comprovar que minha persistência valeu a pena. Até hoje, o CNA cumpre com tudo aquilo que promete. Não é à toa que somos uma das maiores redes de ensino de idiomas de todo o país. Esperamos crescer cada vez mais, sempre apoiados nas bases de um trabalho sério, ético e com total comprometimento com os alunos.

(Por Luiz Nogueira da Gama Neto - Presidente da Rede de Idiomas CNA)

 

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