Por que vale a pena patrocinar o futebol feminino?

Contribuir com causas de relevância social têm impacto positivo sobre negócios

No dia 7 de junho, teve início, na França, a oitava edição da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Em 2019, o público demonstrou interesse maior pelo evento – as entradas para a final e as semifinais já estão esgotadas. Esta deve ser a última Copa de uma das maiores estrelas da modalidade, a brasileira Marta, seis vezes campeã do mundo.

No entanto, apesar do fenômeno Marta, nosso país não é um favorito do torneio. Diferentemente do que ocorre com o masculino, a modalidade carece de apoio, incentivo e espaço na mídia. Apesar da notável qualidade técnica, grandes atletas jogam com salários muitos mais baixos e desfrutam de menos oportunidades para desenvolver seu talento do que seus pares do sexo masculino.

No entanto, tudo indica que 2019 sinalizará um ponto de virada para o esporte. Além da Copa do Mundo, as jogadoras terão chances inéditas de demonstrar seu talento. Afinal, este ano a Conmebol exigiu que as equipes masculinas classificadas para disputar a Copa Libertadores da América e a Copa Sul-Americana tivessem times femininos em funcionamento a partir deste ano.

São poucas as empresas que acreditam e incentivam o futebol feminino. A Giuliana Flores, por exemplo, mergulhou de cabeça nesta oportunidade e espera lançar uma tendência. O e-commerce de flores acaba de selar um acordo de parceria com o time feminino do São Paulo Futebol Clube. As atletas entram em campo carregando a marca em seus uniformes até o final do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino de 2019. A parceria garantiu ao time seu primeiro patrocínio exclusivo.

São muitas as razões que levam as marcas apostar no futebol jogado por elas. Uma das maiores é a inovação. Como se diferenciar fazendo exatamente o que todo mundo faz, ou seja, patrocinar o futebol masculino? Patrocinar o futebol feminino traz a chance de ir além, de abrir novos caminhos. O país tem atletas e equipes extremamente talentosas, com grande potencial, que precisam apenas do incentivo para desabrochar.

Outro ponto importante é que, ao apoiar o futebol feminino, uma empresa reforça seu compromisso com a igualdade de oportunidades e com o respeito às mulheres, uma causa cada vez mais cara à nossa sociedade. Por tudo isso, as companhias que têm prazer em inovar e querem contribuir com causas de relevância social devem mais é tratar o futebol feminino com o mesmo interesse com que trata o futebol feminino. O processo ainda está no começo, mas o futuro é absolutamente promissor.

* Clóvis Souza é CEO e fundador da Giuliana Flores, maior e-commerce de flores e presentes do país.

 

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Fonte: Assessoria - www.suafranquia.com

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