Como fortalecer o ecossistema de e-commerce para atrair e reter clientes

Por Thiago Mazeto*

 

O fortalecimento da plataforma e da estrutura do e-commerce impacta diretamente em como a história do empreendimento pode ser. Quanto mais opções o lojista tem em um mesmo lugar, com uma experiência única e maiores chances de aumento das suas vendas, mais faz sentido ter a sua própria loja virtual e usar os recursos complementares a ela.

 

Sob um olhar especificamente para a experiência do lojista, o gerenciamento de todas as opções em um único lugar torna o dia a dia mais rápido e de fácil progresso, além da consolidação das informações. Já com o olhar voltado para resultados, a estrutura também ajudará muito para marcar presença no online, garantindo, assim, o crescimento e a construção do seu negócio, que será completo e com várias alternativas que geram valor para o consumidor.

 

É importante dizer que, com várias opções no mercado, o lojista que tem as ferramentas e estratégias certas em um só lugar já está dez passos à frente na valorização de toda a jornada de compra do consumidor. Constantemente, diversas plataformas lançam novos produtos para engajar o comprador que, segundo dados da pesquisa “Pagamentos móveis e comércio móvel no Brasil”, realizada em abril deste ano pela Panorama Mobile Time em parceria com a Opinion Box, mesmo com a volta do comércio físico, 83% permanecem realizando suas compras pelo smartphone até mais do que faziam seis meses atrás.

 

Algumas das ferramentas mais atuais ainda são:

 

  • As que facilitam o tráfego com integrações nativas como: Google Ads, Facebook Ads, TikTok Ads;

 

  • Que otimizem a comunicação assertiva como: WhatsApp para carrinhos abandonados, e-mails com pop-up de saída, chats focados no conversational commerce e;

 

  • Que alavanquem as vendas sem estoque e que ajudem de forma fácil realizar o famoso dropshipping.

 

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Independentemente das escolhas, é necessária a personalização dessas ferramentas para o uso específico do lojista que, em poucos cliques, consegue não só uma experiência completamente nativa, como também facilita a jornada de compra para o seu público, além de criar várias oportunidades e possibilidades de vendas e recompra.

 

Com um leque de oportunidades, o PME será impactado diretamente nas possibilidades de crescimento acelerado. Quando se trata de uma jornada completa, o ideal é que as opções sejam complementares e que ajude na prática o escalonamento de um e-commerce.

 

E tem oportunidades para todos os segmentos de Pequenas e Médias Empresas (PME). Independente do momento, são muitas opções. Todas entre ferramentas que garantem uma experiência simples e que ajudam a empresa crescer.

 

Integração com Google Ads, Facebook Ads, TikTok Ads, opções de pagamentos, temas e frete que ajudam a compor as oportunidades e ajudam na evolução do lojista, WhatsApp e E-mails inteligentes para carrinhos abandonados, por exemplo, além de dropshipping, que são as venda sem estoque, são só algumas das seleções que o e-commerce pode ter.

 

É importante apenas frisar que a transformação do varejo brasileiro por meio de tantas opções para o PME gerir o seu negócio passa, cada vez mais, pelo papel fundamental em ajudar pequenas empresas a não só tirarem seu sonho do papel para ter sua própria empresa, mas também em como fazer isso acontecer na prática, sem nenhuma barreira no crescimento.

 

Vender por grandes marketplaces, por exemplo, é uma vantagem para muitos empreendedores por conta de uma questão simples: eles já têm uma audiência construída, possuem visitas constantes, além de altas taxas de conversão. Esses canais, como Mercado Livre, Magalu, Americanas, Amazon, entre outros, recebem milhares de consumidores diariamente, consequentemente, há uma maior probabilidade de efetuar uma venda, principalmente quando se está começando.

 

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Esses gigantes do marketplace cobram uma taxa sobre os pedidos. Neste caso, o empreendedor deve analisar os cálculos e precificar os produtos de forma estratégica para usufruir desse canal de venda. Além disso, inclui-se nessa balança as desvantagens para o PME que realmente queira sua loja virtual própria, pois sem seu próprio e-commerce, o lojista tem algumas limitações como controlar o preço do frete, fazer promoções diferenciadas, fidelizar uma audiência com a sua própria marca, entre outros entraves.

 

É importante salientar, no entanto, que uma estratégia não elimina a outra. É necessário manter-se nos marketplaces para melhorar a margem, ter mais rotatividade de estoque e vendas, mas abrir o próprio e-commerce para ter, também, mais independência, aumentar o topo do funil para que mais pessoas visitem o site, além de transformar seus consumidores em clientes fiéis. O recomendado é ter sua loja virtual própria e integrá-la com os marketplaces, de preferência utilizando plataformas que disponibilizam a integração de forma nativa e direta para um gestão centralizada e organizada.

 

Para potencializar seu crescimento, oferecer alto volume de tráfego, conversão e retenção, além de fidelização do consumidor, o caminho é investir em marketing digital. Assim, é possível criar um relacionamento através das redes sociais, fazer promoções mais exclusivas e gerar um senso de comunidade com seu público alvo. Além de tudo, é muito mais barato manter um visitante e conseguir vender com certa frequência, do que gastar em busca de novas visitas que, muitas vezes, não resultará em conversão de vendas.

 

*SOBRE - THIAGO MAZETO:

Thiago Mazeto é CEO da Tray, empresa especializada em e-commerce com integração direta com os principais players do Brasil. Com ampla experiência no varejo, Thiago tem know-how em growth hacking, marketing digital de performance, branding e gestão de pessoas, além disso, tem MBA em Empreendedorismo, Gestão e Marketing pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

  

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